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SINOPSE


Em busca do Tempo Perdido Vol. 6 (PDF)
Sexto romance da série Em Busca Do Tempo Perdido, este A Fugitiva completa o
chamado "ciclo de Albertine", iniciado em A Prisioneira. Contrapõe-se, aqui, à Albertine presente
do volume anterior, a Albertine ausente, primeiro pela fuga e depois pela morte. No primeiro dos
quatro capítulos do livro, vemos o Narrador sofrer, a princípio, pelo abandono, tentando de todas
as maneiras obter o regresso de Albertine. Mas ao sofrimento pelo abandono somam-se a mágoa
e o desespero pela morte dela. Sofrimento intenso, mas que o tempo afinal acaba curando. E o
tempo não cura apenas a mágoa pela morte de Albertine, através do esquecimento. É também
responsável pela devastação de todos os amores, amizades, recordações.
A Fugitiva, assim, descreve uma espécie de "fuga" geral de todos os sentimentos, bons
ou maus, que a passagem do Tempo se encarrega de destruir, de fazer esquecer.
Extingue-se a beleza da cidade-museu italiana, e a antiga Combray, revisitada, já não
interessa mais ao Narrador. Aliás, a visita à Combray é importante para a estrutura de A Fugitiva,
pois forma o eixo em que se articulam as noções do “tempo perdido" e do "tempo recuperado".
A estada do Narrador em Tansonville é uma fronteira: não só nele se encerra A Fugitiva,
no estado em que Proust nos legou seu texto, mas nela igualmente se abre O Tempo
Recuperado.
Assim A Fugitiva, com sua ausência de jantares e festas, seu ambiente opressivo e
tenebroso-onde apenas o episódio de Veneza lança alguma claridade-, sua atmosfera obsessiva
de suspeitas, vazios e ausências, forma um romance de composição simples e vigorosa,
descrevendo o mergulho progressivo do Narrador nos abismos da mágoa, de onde se recupera
pelo também progressivo esquecimento.

Valor do empréstimo: R$ 0,00



Ministério Da Cultura e BRDE


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